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Trump desconhece retorno de María Corina e apoia Delcy Rodríguez

Trump desconhece retorno de María Corina e apoia Delcy Rodríguez

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no último domingo que não estava ciente do retorno de María Corina Machado à Venezuela. A líder da oposição venezuelana, que havia passado 10 meses no exílio, voltou ao país e foi recebida por apoiadores em Caracas. Trump, por sua vez, expressou apoio contínuo à líder interina Delcy Rodríguez.

Trump comenta sobre María Corina e Delcy Rodríguez

Em declaração à imprensa na Casa Branca, Trump mencionou não ter informações sobre o retorno de María Corina, mas elogiou a líder opositora, destacando que ela lhe concedeu o Prêmio Nobel. Apesar de afirmar desconhecer detalhes, Trump expressou esperança de que María Corina esteja segura, enquanto reiterou que “estamos indo muito bem na Venezuela”.

Retorno de María Corina após exílio

Após quase um ano fora da Venezuela, María Corina anunciou seu retorno por meio de uma publicação em suas redes sociais, afirmando estar “com vocês”. O retorno ocorre em meio a um cenário político tenso, onde anteriormente autoridades norte-americanas haviam solicitado que ela adiasse sua volta ao país.

Negociações e segurança de María Corina

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, destacou que o retorno seguro de María Corina foi resultado das negociações de reconciliação apoiadas por Washington. Apesar de ameaças anteriores de detenção por parte do governo venezuelano, não houve incidentes no dia de sua chegada, sugerindo um possível acordo entre Washington e o governo de Delcy Rodríguez.

Cenário político e eleições na Venezuela

O retorno de María Corina ocorre em meio a incertezas sobre as eleições na Venezuela. Após a captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas, Delcy Rodríguez assumiu o poder e anunciou futuras eleições, sem definir uma data. Trump, por sua vez, declarou que o país ainda não está preparado para eleições democráticas, mas espera que ocorram em breve.

María Corina defende eleições presidenciais até julho de 2027, mas enfrenta resistência devido ao acordo petrolífero entre Trump e Delcy, considerado o maior da história. A líder opositora critica o governo atual, afirmando que a riqueza do subsolo venezuelano pertence ao povo, não a um regime ilegítimo.

Fonte: poder360.com.br

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