O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), acompanhado de sua esposa e duas filhas, embarcou em um jato particular rumo aos Estados Unidos, evitando cruzar o espaço aéreo brasileiro. A aeronave partiu de Puerto Iguazú, na Argentina, com escala em Guayaquil, no Equador, antes de seguir para Miami, na Flórida.
Rota alternativa pela América do Sul
O voo, operado pela empresa argentina Baires Fly, foi cuidadosamente planejado para não sobrevoar o Brasil. A decisão de seguir por uma rota alternativa, passando por outros países da América do Sul, foi tomada em meio a tensões políticas e judiciais envolvendo o senador.
Monitoramento e chegada nos Estados Unidos
Durante o trajeto, a aeronave foi monitorada, com informações sobre sua rota e previsão de chegada. O pouso ocorreu no Aeroporto Executivo de Opa-Locka, na região de Miami, na manhã do dia 28 de outubro de 2026.
Possibilidades de interceptação
A Força Aérea Brasileira tem autoridade para interceptar aeronaves que não cumprem normas de tráfego aéreo ou desobedecem a instruções de controle. No entanto, uma interceptação não resultaria automaticamente na prisão de Flávio Bolsonaro, que exigiria uma ordem judicial específica.
Contexto da fuga
Flávio Bolsonaro e sua família deixaram o Brasil temendo ações judiciais do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A Polícia Federal emitiu um pedido de apreensão do passaporte do senador pouco após o resultado das eleições presidenciais, que declararam a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Fonte: poder360.com.br
