O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou as 13 candidaturas à Presidência da República para as eleições de 2026, incluindo a do empresário e influenciador Pablo Marçal, do PRTB. Marçal, que terá Leonardo Avalanche como vice, enfrenta uma disputa judicial que pode impactar sua elegibilidade.
Disputa judicial e inelegibilidade
Pablo Marçal foi declarado inelegível até 2032 pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) devido ao uso indevido de meios de comunicação social durante sua campanha para a Prefeitura de São Paulo em 2024. A condenação, que inclui uma multa de R$ 420 mil, foi mantida por 4 votos a 3. Apesar disso, sua defesa busca reverter a decisão, permitindo que ele concorra sub judice.
Condições de candidatura sub judice
Como candidato sub judice, Marçal pode realizar campanha, pedir votos e participar da propaganda eleitoral enquanto aguarda uma decisão final sobre seu caso. Essa situação permite que ele mantenha seu nome nas urnas, mas seu resultado eleitoral dependerá da decisão definitiva da Justiça Eleitoral.
Obstáculos enfrentados antes da homologação
Antes da homologação, Marçal enfrentou desafios, como a proibição de atos de campanha pelo TSE em agosto, enquanto o tribunal analisava questionamentos do Ministério Público Eleitoral. Entre as dúvidas estava o cumprimento do prazo de filiação partidária, que foi regularizado provisoriamente pela Justiça.
Contexto das eleições presidenciais de 2026
Com a homologação, Marçal se junta a outros 12 candidatos na disputa pelo Palácio do Planalto, incluindo nomes como Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado. Marçal concorrerá com o número 28, e sua candidatura representa uma reviravolta após as expectativas de indeferimento pelo Ministério Público Eleitoral.
A disputa jurídica continua, e o desfecho do caso de Marçal será crucial para definir sua participação efetiva nas eleições de 2026.
Para mais informações sobre as eleições de 2026, acesse a página oficial do TSE.
