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Mila Seidl pede apoio para tratamento de doença rara do marido Lito Sousa

Mila Seidl pede apoio para tratamento de doença rara do marido Lito Sousa

Mila Seidl, esposa do piloto e influenciador Lito Sousa, fez um apelo público para que as autoridades brasileiras ajudem seu marido a participar de estudos sobre a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ). Em um vídeo divulgado no Instagram, ela destacou a urgência da situação, já que o tempo é um fator crítico no tratamento de Lito.

Critérios de Elegibilidade e Urgência

Mila explicou que para participar dos estudos, os voluntários devem atender a uma classificação que varia de 0 a 20 pontos. Lito já atingiu 16 pontos, o que aumenta a preocupação com o tempo disponível para iniciar o tratamento. “É um tique-taque horrível”, desabafou ela, enfatizando a necessidade de uma resposta rápida.

Pressão sobre Autoridades Brasileiras

A esposa do piloto pediu que a mobilização vá além das redes sociais, pressionando o Itamaraty e o governo federal para garantir o acesso de Lito a tratamentos que estão disponíveis no exterior. “É crucial manter a pressão, especialmente no Itamaraty e no governo federal, para assegurar o direito à saúde e à vida”, afirmou Mila.

Busca por Tratamentos Experimentais

Desde o diagnóstico, a família de Lito tem buscado alternativas em estudos clínicos, como o da Ionis Pharmaceuticals, que desenvolve o medicamento experimental ION717 para doenças priônicas. Eles também estão em contato com o PRiSM trial do Broad Institute e esperam uma resposta da Mayo Clinic e Harvard, que só aceitará novos participantes em outubro.

Impacto da Doença e Mobilização

Mila relatou que Lito já perdeu parte da visão, mas permanece lúcido. Ela marcou diretamente as instituições envolvidas nas pesquisas em suas postagens, buscando chamar atenção para a urgência do caso. “Se há uma chance, ela deve ser garantida!”, declarou Mila, enfatizando a importância de investimentos em pesquisa para doenças raras.

Para mais informações sobre a doença de Creutzfeldt-Jakob e suas implicações, consulte fontes confiáveis como o site da Organização Mundial da Saúde.

Fonte: hugogloss.uol.com.br

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