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Rodrigo Pacheco é indicado para vaga no TCU após saída de Bruno Dantas

Rodrigo Pacheco é indicado para vaga no TCU após saída de Bruno Dantas

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, formalizou a indicação do senador Rodrigo Pacheco para ocupar a vaga de ministro no Tribunal de Contas da União (TCU), deixada por Bruno Dantas. A renúncia de Dantas, oficializada na manhã desta segunda-feira, já era esperada e abriu espaço para a nomeação de Pacheco, que deve ser votada em plenário ainda esta semana, dependendo do quórum.

Processo de votação no Senado

Para que a indicação de Rodrigo Pacheco seja aprovada, é necessário que ele receba maioria simples dos votos, ou seja, pelo menos 41 votos favoráveis. O líder do PSB no Senado, Cid Gomes, expressou confiança na aprovação unânime do nome de Pacheco. Das nove cadeiras do TCU, três são indicadas pelo Senado, e a vaga de Dantas pertence a essa cota, permitindo que a indicação vá diretamente ao plenário sem necessidade de sabatina.

Apoio político e justificativas

A indicação de Pacheco recebeu apoio de 20 senadores, incluindo figuras de partidos como PL, PT e MDB. Davi Alcolumbre justificou a escolha destacando a experiência jurídica e política de Pacheco, que considera essencial para o desempenho no TCU. “A Corte de Contas será brindada com um novo membro que conjuga os conhecimentos jurídicos necessários para o bom desempenho da função”, afirmou Alcolumbre.

Contexto político da indicação

A nomeação de Rodrigo Pacheco para o TCU ocorre após ele ter sido cotado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), que acabou sendo preenchida por Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula. A vaga no TCU é vista como uma compensação política, um “prêmio de consolação” para Pacheco, que também foi convidado a disputar o governo de Minas Gerais, mas optou por focar na vaga do TCU.

Trajetória de Rodrigo Pacheco

Rodrigo Pacheco nasceu em Porto Velho, mas foi criado em Minas Gerais. Formado em Direito pela PUC Minas, atuou como advogado criminalista antes de ingressar na política. Foi deputado federal e, em 2018, eleito senador por Minas Gerais. Presidiu o Senado de 2021 a 2023, sendo reeleito para mais dois anos. Pacheco decidiu não disputar a reeleição e agora concentra suas atenções na nova função no TCU.

Fonte: poder360.com.br

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