Durante o evento “Encontro com Presidenciáveis – Diálogo pelo Futuro do Brasil”, realizado pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs) em Brasília, o candidato à presidência Renan Santos, do partido Missão, defendeu o encerramento das atividades da Justiça do Trabalho no Brasil. Ele argumentou que questões trabalhistas poderiam ser resolvidas no âmbito da Justiça Cível.
Críticas à Legislação Trabalhista Atual
Renan Santos destacou a necessidade de uma “reforma trabalhista decente”, alegando que a legislação vigente é “inadequada” e que a Justiça do Trabalho promove uma lógica “perversa”. Segundo ele, há “proteções desnecessárias” que geram “tensão” entre empregadores e empregados. “A CLT já deu, já era”, afirmou o candidato, sugerindo que as relações civis sejam tratadas na Justiça Cível.
Posicionamento sobre a Escala 6×1
O candidato manifestou-se contra o fim da escala de trabalho 6×1, afirmando ser o único a criticar a medida. Ele acredita que a mudança é uma “maluquice” e reforçou seu ponto de vista durante o evento.
Custos da Justiça do Trabalho
Renan Santos também criticou os gastos associados à Justiça do Trabalho, afirmando que ela custa mais do que os resultados que oferece. Ele defende que problemas como salários não pagos sejam resolvidos na Justiça Cível, o que, segundo ele, seria mais eficiente e menos oneroso.
Alternativas à CLT
Questionado sobre a possibilidade de acabar com a CLT, Santos mencionou a discussão de novas alternativas que poderiam aumentar a formalização, como o modelo dos microempreendedores individuais (MEIs). Ele sugere que a CLT poderia ser combinada com outros modelos para atender melhor às necessidades do mercado de trabalho.
Para mais informações sobre o evento e as propostas de Renan Santos, acesse Estadão.
Fonte: jc.uol.com.br
