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Promotor de Justiça é encontrado morto em residência em Limeira

Promotor de Justiça é encontrado morto em residência em Limeira

O promotor de Justiça Luiz Alberto Segalla Bevilacqua, de 56 anos, foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (31/8) em sua casa, localizada em um condomínio em Limeira, interior de São Paulo. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do ocorrido, já que o promotor foi encontrado com um tiro na cabeça.

Investigação Policial em Curso

A Polícia Civil de São Paulo está à frente das investigações para esclarecer as circunstâncias da morte de Luiz Alberto Segalla Bevilacqua. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas ao chegar ao local, constatou que o promotor já estava sem vida. Detalhes sobre a investigação ainda não foram divulgados.

Carreira e Contribuições no Ministério Público

Bevilacqua ingressou no Ministério Público de São Paulo (MP-SP) em 1995 e atuava como 4º promotor de Justiça de Limeira. Durante sua carreira, ele desempenhou diversas funções e integrou o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Além disso, Bevilacqua também foi professor universitário, contribuindo para a formação de novos profissionais na área jurídica.

Reações e Homenagens

A 35ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Limeira emitiu uma nota lamentando a morte do promotor e manifestando pesar pela perda. A Procuradoria-Geral de Justiça também destacou a importância do trabalho de Bevilacqua e expressou solidariedade à família. “Luiz Alberto Segalla Bevilacqua era membro do MPSP que desfrutava de imenso prestígio na classe por conta de seu brilhantismo, sua competência e combatividade”, afirmou a instituição em nota.

Legado e Impacto

Bevilacqua deixa um legado significativo no Ministério Público, sendo reconhecido por seu compromisso com a justiça e a defesa dos interesses da sociedade. Sua atuação no combate ao crime organizado e sua dedicação à educação jurídica são lembradas como parte de sua contribuição duradoura ao sistema de justiça brasileiro.

Para mais informações sobre o caso, acesse a nota oficial da Procuradoria-Geral de Justiça.

Fonte: metropoles.com

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