O Partido dos Trabalhadores (PT) anunciou a implementação de medidas preventivas para garantir a segurança e a ordem durante o ato com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, programado para as 16h deste sábado, 24 de outubro de 2026, na Avenida Paulista, em São Paulo. O advogado Marco Aurélio de Carvalho afirmou que o partido não permitirá a propagação de informações falsas sobre as manifestações.
Organização e segurança do evento
Durante uma coletiva de imprensa, o deputado federal Kiko Celeguim e o advogado Michel Bertoni, ambos do PT, discutiram a organização do evento, a atuação das forças de segurança e a proteção das estações do Metrô de São Paulo. O partido enviou um ofício à Polícia Militar solicitando a identificação dos policiais envolvidos na operação relacionada ao ato, mas não recebeu resposta até as 9h38 deste sábado.
Proteção das estações do Metrô
O PT relatou que a empresa responsável pelo Metrô solicitou a instalação de tapumes nas entradas das estações Trianon-Masp e Consolação. A instalação começou na noite de sexta-feira, mas foi interrompida após o Metrô começar a desmontar as estruturas. O Metrô se comprometeu a assumir a responsabilidade pela proteção das estações.
Presença de advogados e plano de manifestação
O PT informou que advogados estarão presentes durante a manifestação para esclarecer dúvidas e dialogar com as forças de segurança. Dois grupos de advogados, um ligado ao Prerrogativas e outro ao Sindicato dos Advogados do Estado de São Paulo, estarão no local. O ato será estático, com o carro de Lula percorrendo a Avenida Paulista, sem deslocamento dos manifestantes, para evitar dispersão e reduzir impactos no trânsito.
Histórico de atos e incidentes anteriores
Em 3 de outubro de 2026, um dia antes do primeiro turno das eleições, Lula participou de uma caminhada na Avenida Paulista que resultou em atritos com a Polícia Militar. Em 11 de outubro, após o primeiro turno, outro ato na Paulista em apoio a Lula resultou em pichações nas estações do Metrô, que foram removidas no dia seguinte. Imagens falsas relacionadas ao evento também circularam nas redes sociais, mas foram desmentidas.
O Poder360 procurou o Metrô de São Paulo e a Polícia Militar para esclarecimentos, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso as instituições se manifestem.
Fonte: poder360.com.br
