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Investigação questiona origem de R$ 645 mil de deputado para filme sobre Bolsonaro

Investigação questiona origem de R$ 645 mil de deputado para filme sobre Bolsonaro

A Polícia Federal está investigando a origem de R$ 645 mil transferidos pelo deputado federal Mario Frias para a Go Up Entertainment, produtora responsável pelo filme Dark Horse, uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A operação, denominada Make Up, foi autorizada pelo ministro Flávio Dino do Supremo Tribunal Federal.

Transferências sob suspeita

O montante transferido por Frias levanta dúvidas devido aos seus rendimentos mensais, que somam R$ 44.008,52. A PF questiona como o deputado conseguiu realizar a transferência em um período de menos de 60 dias. Além disso, a investigação aponta que a Go Up movimentou mais de R$ 19 milhões entre novembro e dezembro de 2025, período das filmagens.

Operação Make Up e mandados de busca

A operação Make Up cumpriu 49 mandados de busca e apreensão em várias regiões do Brasil, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Distrito Federal. Karina Ferreira da Gama, proprietária da Go Up Entertainment, também foi alvo da investigação.

Relações financeiras questionáveis

As investigações indicam um “circuito financeiro fechado” entre Frias e a produtora. O Instituto Conhecer Brasil, presidido por Karina Gama, teria recebido R$ 2 milhões através de emendas de Frias, reforçando a suspeita de um esquema financeiro fechado e não justificado economicamente.

Resposta dos envolvidos

O Poder360 entrou em contato com o gabinete de Mario Frias e a defesa da Go Up Entertainment para obter comentários sobre a operação, mas não obteve resposta até o momento da publicação. O texto será atualizado caso haja manifestação.

Fonte: poder360.com.br

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