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Arábia Saudita restaura oleoduto estratégico após ataques

Arábia Saudita restaura oleoduto estratégico após ataques
(EDITORS NOTE: Best Quality Available. Image was created with a mobile.) Three-phase spheroids stand behind pipelines at Saudi Aramco's crude oil processing facility, in Abqaiq, Saudi Arabia, on Saturday, Oct. 12, 2019. Aramco showed it has made significant progress in restoring damaged oil infrastructure to normal operation just a month after a devastating aerial attack halted production. Photographer: Dina Khrennikova/Bloomberg via Getty Images

Impacto dos ataques e recuperação

Os ataques ao oleoduto resultaram em uma perda significativa de produção, estimada em cerca de 700 mil barris por dia. A restauração eleva a capacidade de bombeamento para aproximadamente 7 milhões de barris diários, com a produção do campo de Manifa atingindo 300 mil barris por dia. O trabalho de recuperação no campo de Khurais ainda está em andamento, segundo o ministério.

Importância estratégica do oleoduto

O oleoduto de 1.200 quilômetros é um dos dois na região que evitam o Estreito de Ormuz, um ponto crítico para o comércio global de petróleo. A sua operação é vital para garantir a continuidade do fluxo de petróleo, especialmente em tempos de instabilidade na região.

Relatos de danos e resposta

Imagens de satélite da Agência Espacial Europeia mostraram incêndios e grandes colunas de fumaça na instalação de Abqaiq da Saudi Aramco, após relatos de um ataque iraniano. A causa exata do incêndio ainda não foi esclarecida, mas os ataques foram confirmados pela agência de notícias estatal saudita SPA.

Consequências e contexto geopolítico

Os ataques, que resultaram na morte de um cidadão saudita e ferimentos em outros sete, ressaltam as tensões contínuas na região. O Estreito de Ormuz continua sendo um ponto estratégico e de potencial conflito, impactando diretamente a economia global devido ao seu papel no transporte de petróleo.

Para mais informações sobre a importância do Estreito de Ormuz, consulte a CNN Brasil.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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