Trump declarou que vetou a iniciativa de Hegseth, que previa a execução de Hasan por um pelotão de fuzilamento em 3 de dezembro, no Texas. O anúncio de Hegseth, que incluía a transmissão ao vivo, surpreendeu muitos cidadãos, já que tal prática não é comum em outros países.
Em uma rede social, Trump afirmou que a transmissão poderia servir como um elemento de dissuasão, mostrando como os EUA lidam com terroristas. No entanto, ele reconheceu que muitas pessoas prefeririam não assistir ao evento. A execução ocorrerá conforme planejado, mas sem transmissão.
O plano de transmissão enfrentou críticas de membros do Partido Republicano, líderes religiosos e observadores internacionais. Pesquisas indicaram que a maioria dos americanos se opunha à ideia. O arcebispo Timothy Broglio e o papa Leão também expressaram objeções à pena de morte.
O anúncio de Hegseth veio em meio a críticas crescentes à pena de morte nos EUA, especialmente após o caso de Christa Pike, que sobreviveu a uma tentativa de execução. Hasan, condenado por um julgamento militar, foi responsável pelo ataque em Fort Hood em 2009.
Hegseth argumentou que a transmissão era necessária para mostrar as consequências de atos terroristas. No entanto, a decisão de Trump de cancelar a transmissão reflete a complexidade e as divisões em torno da aplicação da pena de morte nos EUA.
Um porta-voz do Departamento de Defesa não comentou imediatamente sobre a decisão.
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Fonte: cnnbrasil.com.br
