A reunião ocorreu em meio às tensões geopolíticas envolvendo os Estados Unidos, Israel e Irã. Embora o comunicado não detalhe quais ataques foram discutidos, a preocupação com a segurança energética é evidente. O comitê, formado por países como Arábia Saudita, Rússia e Nigéria, enfatizou a importância de proteger as rotas marítimas internacionais para garantir o fluxo contínuo de energia.
Os membros do comitê alertaram que ações que comprometam a segurança do fornecimento, seja por ataques diretos ou interrupções nas rotas marítimas, aumentam a volatilidade do mercado. Isso enfraquece os esforços para manter a estabilidade econômica global, afetando tanto produtores quanto consumidores.
Durante a reunião, foram revisados os dados de produção de petróleo dos meses de maio e junho de 2026. O comitê observou que os países da Opep e não-Opep estão, em geral, cumprindo os ajustes de produção acordados. Essa conformidade é vista como crucial para manter o equilíbrio do mercado.
A Opep+ confirmou um aumento de 188 mil barris por dia na produção de petróleo a partir de setembro. A próxima reunião do comitê está agendada para 4 de outubro de 2026, onde novos ajustes e estratégias serão discutidos para enfrentar os desafios contínuos no setor energético.
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Fonte: cnnbrasil.com.br
