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Os ataques no Oriente Médio têm pressionado os preços do petróleo, o que, por sua vez, influencia as expectativas inflacionárias. Essa situação gera incertezas no mercado de metais preciosos, como o ouro, que é tradicionalmente visto como um porto seguro em tempos de instabilidade.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York, o ouro para agosto encerrou em baixa de 0,06%, a US$ 4.036,3 por onça-troy. A decisão do Fed de manter as taxas de juros no nível atual sugere um possível aumento futuro, caso as pressões inflacionárias persistam. Analistas do mercado, como Soojin Kim do MUFG, apontam que há uma probabilidade de um em três para um aumento de 25 pontos-base na taxa de juros.
O mercado está atento à possibilidade de novos aumentos nas taxas de juros, especialmente após a coletiva do novo presidente do Fed, Kevin Warsh. Economistas do Bank of America e do Citi indicam que membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) podem votar por um aumento nas taxas, refletindo as preocupações com a inflação.
Apesar da queda de quase 25% desde o início do conflito, o ouro tem se mantido em torno de US$ 4.000 a onça, sustentado por compras constantes durante as quedas de preço. Essa resiliência destaca o papel do ouro como um ativo de proteção em tempos de incerteza econômica.
Para mais informações sobre o impacto das decisões econômicas globais, visite a CNN Brasil.
Fonte: cnnbrasil.com.br
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