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Novas regras do FGC para instituições financeiras entram em vigor

Novas regras do FGC para instituições financeiras entram em vigor

As novas diretrizes para o uso do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) por instituições financeiras passam a valer a partir desta segunda-feira, conforme anunciado pelo Banco Central na última sexta-feira. As alterações surgem após a crise do Banco Master, que resultou em um prejuízo significativo para o fundo.

Impacto das novas regras no setor financeiro

As mudanças foram aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional e visam restringir o uso dos recursos do FGC. A introdução do Ativo de Referência (AR) é uma das novidades, funcionando como um indicador de qualidade e transparência dos ativos das instituições financeiras.

Novos indicadores de risco

Além do AR, o Valor de Referência (VR) e o Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) foram aprimorados. O VR mede o risco de desembolso do FGC em caso de falência de uma instituição, enquanto o PLA avalia a capacidade de absorção de perdas.

Requisitos para aplicações em títulos públicos

Quando o VR exceder o AR, as instituições devem investir parte dos recursos em títulos públicos federais, considerados menos arriscados. Essa medida visa aumentar a segurança e a consistência das operações financeiras.

Proteção ao investidor: o papel do FGC

O FGC é uma entidade privada que protege investidores em casos de intervenção ou liquidação de instituições financeiras. A cobertura máxima é de R$ 250 mil por cliente, e inclui depósitos à vista, poupança, letras de câmbio, entre outros.

Se mais de uma instituição de um mesmo conglomerado estiver sob intervenção, o limite de R$ 250 mil abrange todos os depósitos e investimentos.

Para mais informações sobre as mudanças, acesse a CNN Brasil.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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