Em resposta, o Ministério da Defesa da Rússia anunciou que suas forças realizaram ataques a portos ucranianos e infraestrutura militar na região de Odessa. Entre os alvos, estavam embarcações navais ucranianas e instalações portuárias utilizadas para operações militares, além de tanques de armazenamento de combustível.
Além dos ataques marítimos, a Ucrânia continua a avançar em terra. O comandante-chefe das Forças Armadas, Oleksandr Syrskyi, afirmou que o país retomou 700 km² de território em 2026. Syrskyi, que deixará o cargo, destacou o fortalecimento das forças ucranianas, que agora estão em ofensiva.
O presidente Volodymyr Zelenskiy anunciou que o major-general Mykhailo Drapatyi substituirá Syrskyi, após protestos populares. Esta mudança ocorre em meio a uma reformulação mais ampla do governo, que incluiu a saída do ministro da Defesa Mykhailo Fedorov.
Syrskyi enfrentou críticas por seu estilo de comando, considerado rígido por alguns, resultando em perdas significativas de tropas. No entanto, ele é reconhecido por ter interrompido uma ofensiva russa na região de Kharkiv e por operações estratégicas em Kursk.
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Fonte: cnnbrasil.com.br
