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Trump critica eleição no Brasil e apoia entrada de Flávio Bolsonaro nos EUA

Trump critica eleição no Brasil e apoia entrada de Flávio Bolsonaro nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que aprovaria a entrada do senador Flávio Bolsonaro no país, enquanto criticou duramente o processo eleitoral brasileiro. Trump descreveu a eleição como “estranha” e “terrível”, expressando sua insatisfação com o resultado.

Trump apoia entrada de Flávio Bolsonaro nos EUA

Em uma declaração feita na madrugada desta quarta-feira, Trump afirmou que permitiria a entrada de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos. “Bem, eu teria aprovado. Acho que são boas pessoas”, disse o presidente americano ao ser questionado por um repórter. A decisão de Trump ocorre após um assessor confirmar que o senador brasileiro foi autorizado a entrar no país após a derrota nas eleições.

Críticas ao processo eleitoral brasileiro

Trump não poupou críticas ao processo eleitoral no Brasil, classificando a eleição como “muito estranha” e “terrível”. Ele mencionou que o resultado recebeu avaliações negativas e destacou o impacto no mercado brasileiro. As declarações foram feitas pouco depois de Flávio Bolsonaro ter chegado aos EUA com sua família, em meio a investigações no Brasil.

Fuga de Flávio Bolsonaro e investigações

A saída de Flávio Bolsonaro do Brasil ocorreu após a Polícia Federal solicitar a entrega de seus passaportes. O senador está sendo investigado por suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A decisão de deixar o país foi tomada em meio a temores de prisão, segundo fontes próximas ao senador.

Lula critica a saída de Flávio Bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a fuga de Flávio Bolsonaro, afirmando que “quem não deve, não teme”. Lula lamentou a atitude do senador e ressaltou que permaneceu no Brasil mesmo após derrotas eleitorais e acusações durante a operação Lava Jato. Ele destacou que entregou seu passaporte quando solicitado, ao contrário de Flávio.

Lula também comentou sobre a influência de plataformas digitais e do governo dos EUA nas eleições, reafirmando que “o Brasil não é quintal de ninguém”.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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