Trump enfatizou a parceria com Netanyahu, descrevendo-os como “grandes camaradas”. Ele destacou o trabalho conjunto em questões complexas, mas admitiu discordâncias em relação à abordagem militar de Israel no Líbano. “Discordo dele em algumas coisas”, afirmou Trump, sem especificar detalhes.
Questionado sobre os bombardeios de Israel ao Líbano, Trump sugeriu a necessidade de ataques mais cirúrgicos contra o Hezbollah. Ele mencionou a possibilidade de assistência dos EUA ou recomendações à Síria, elogiando o novo governo sírio.
Desde 2 de março, os ataques israelenses resultaram em mais de 3.500 mortes e cerca de 11.000 feridos no Líbano, conforme dados do Ministério da Saúde Pública do Líbano. Os confrontos entre Israel e o Hezbollah, apoiado pelo Irã, intensificaram-se, apesar de um cessar-fogo mediado pelos EUA.
Trump expressou frustração com Netanyahu devido aos planos de Israel para operações no Líbano, enquanto os EUA buscam um acordo de paz com o Irã. A situação permanece tensa, com o Hezbollah rejeitando a trégua proposta.
O cenário no Oriente Médio continua desafiador, com os líderes internacionais buscando soluções para reduzir as tensões e evitar mais conflitos.
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Fonte: cnnbrasil.com.br
