O jogador Richarlison, atacante do Tottenham, fez uma provocação pública a Flávio Bolsonaro, senador do Partido Liberal, após sua ida aos Estados Unidos, o que gerou uma resposta de Neymar. A troca de farpas ocorreu em meio a uma disputa judicial envolvendo uma propriedade em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
Richarlison ironiza saída de Flávio Bolsonaro
Richarlison utilizou suas redes sociais para comentar a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil após as eleições. Em uma postagem, o jogador fez uma brincadeira sobre a ausência do senador em uma ilha, usando montagens feitas com inteligência artificial. A provocação gerou uma resposta de Neymar, que já havia demonstrado apoio a Flávio durante a campanha presidencial.
Neymar rebate provocação de Richarlison
Neymar, que atuou ao lado de Richarlison na Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo de 2022, não deixou a provocação passar em branco. Ele respondeu à publicação de Richarlison com uma mensagem irônica, sugerindo que o atacante deveria ler o contrato relacionado à propriedade em Angra dos Reis, acompanhada de emojis de risada.
Disputa judicial pela propriedade em Angra dos Reis
A controvérsia entre Richarlison e Flávio Bolsonaro está relacionada a uma disputa judicial sobre uma propriedade em Angra dos Reis. Richarlison alega ter investido cerca de R$ 10 milhões na compra do imóvel e quer reaver o dinheiro. O senador Flávio Bolsonaro, por sua vez, nega envolvimento direto na disputa, afirmando que seus advogados identificaram um acordo entre a empresa de Richarlison e o ex-empresário Renato Velasco.
Envolvimento de Willer Tomaz e empresas
A disputa pela propriedade também envolve a empresa do advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro. Em abril de 2022, a WT Administração de Bens e Imóveis, ligada a Tomaz, firmou um contrato de compra e venda da propriedade com outra empresa. A transação levantou suspeitas de irregularidades, incluindo um boletim de ocorrência por estelionato registrado pela viúva de um dos sócios.
O caso continua na Justiça, com versões divergentes sobre a compra e os acordos firmados. Richarlison afirma que não autorizou um acordo que teria sido feito em nome de sua empresa, enquanto Tomaz alega que Richarlison nunca foi parte do processo judicial.
Fonte: hugogloss.uol.com.br
