O Ministério Público Militar (MPM) decidiu manter arquivado o caso da morte do soldado Christian de Paiva Korosi, encontrado morto em uma guarita do 2º Batalhão de Suprimento em São Paulo, em julho de 2024. A decisão contraria os esforços da família, que busca reverter a versão oficial de suicídio atribuída ao jovem.
promotoria: cenário e impactos
Família contesta versão oficial
Desde o arquivamento do caso, a família de Christian tem questionado a conclusão de suicídio. Eles apontam falhas na investigação conduzida pelo Exército e pedem a reabertura do inquérito. Um parecer técnico particular, contratado pelos familiares, destaca lacunas na análise do local e dúvidas sobre a trajetória do disparo.
Argumentos do Ministério Público
O MPM alega que não surgiram novas provas que justifiquem a reabertura do caso. Segundo o órgão, os questionamentos da família são interpretações divergentes sobre as evidências já existentes. A investigação oficial concluiu que Christian estava sozinho na guarita e que os laudos periciais são compatíveis com a hipótese de suicídio.
Principais pontos de divergência
A perícia privada contratada pela família levanta questões sobre a cadeia de custódia de evidências, ausência de reconstrução da cena e inconsistências em exames toxicológicos. A família também destaca o desaparecimento temporário do celular da vítima e a falta de testes de DNA na arma.
Decisão final e impacto na família
Apesar dos esforços da família e do apoio de parlamentares, o MPM reafirma que, sem novos fatos ou provas, o caso permanecerá arquivado. A mãe de Christian continua lutando para que a morte do filho não seja registrada como suicídio, buscando justiça e respostas para as dúvidas que ainda persistem.
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Fonte: metropoles.com




