Durante uma agenda de campanha em Vicência, na Mata Norte de Pernambuco, o candidato ao governo do estado, João Campos (PSB), intensificou suas críticas ao que chamou de “Gabinete do Ódio”. Em seu discurso na inauguração do Espaço 40, Campos expressou a expectativa de que a Justiça esclareça o caso e responsabilize os envolvidos.
Acusações de ataques coordenados
João Campos afirmou ser alvo de ataques coordenados nas redes sociais, alegando que o esquema teria utilizado recursos públicos para atingir adversários políticos e membros de sua família. O caso está atualmente sob investigação da Polícia Federal.
Denúncias de financiamento público
O candidato declarou que os ataques são financiados com dinheiro público, visando caluniar e difamar ele e seus aliados. “Eu tenho sido atacado de forma criminosa pelos nossos adversários, que montaram um gabinete do ódio supostamente financiado com dinheiro do Estado”, afirmou.
Implicações políticas
Campos associou o caso ao Palácio do Campo das Princesas, mencionando que a imprensa nacional revelou contatos entre o operador do esquema e integrantes do governo estadual. Ele criticou o uso de práticas políticas que considera rasteiras para atacar adversários.
Reações e medidas legais
Antes de sua visita a Vicência, João Campos já havia se pronunciado sobre o assunto nas redes sociais, informando que sua equipe jurídica tomaria as medidas cabíveis. Durante o evento, ele participou de uma caminhada e da inauguração do Espaço 40, acompanhado de outros candidatos e lideranças políticas.
