A operação da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) em busca de suspeitos pelo ataque ao tenente Ronickson Pimentel dos Santos resultou na morte de quatro homens até esta quinta-feira (9). A ação, que visa capturar os responsáveis pela tentativa de homicídio, tem gerado controvérsias devido às circunstâncias das mortes.
Mortes durante a operação
A primeira morte ocorreu em 1 de julho, após uma denúncia anônima levar os agentes a Guaianases, onde um homem foi baleado durante troca de tiros. Posteriormente, a PM descartou sua ligação com o crime. No dia seguinte, outro suspeito, vinculado ao PCC, foi morto em Peruíbe, mas a polícia não detalhou sua conexão com o atentado.
Mais recentemente, dois homens foram mortos em Heliópolis. A polícia buscava Marcelo Jesus Dias, suspeito de pilotar a moto usada no crime. Durante a abordagem, houve troca de tiros, resultando nas mortes de Marcelo e outro homem não identificado.
Prisões realizadas
Até agora, três suspeitos foram presos. Dois deles teriam apoiado logisticamente o atentado e foram detidos logo após o crime. O terceiro, preso em Heliópolis, confessou ter se desfeito da moto utilizada no ataque.
Suspeito foragido
Hércules da Costa Siqueira, apontado como autor dos disparos, está foragido. Conhecido como “Golias” e “Peruca”, ele foi incluído na lista vermelha da Interpol devido ao risco de fuga para o exterior.
A Polícia Civil divulgou um cartaz com sua imagem e oferece recompensa por informações que levem à sua captura.
A Secretaria de Segurança Pública ainda não se pronunciou sobre as mortes. A investigação sobre as circunstâncias das ações policiais continua.
Fonte: cnnbrasil.com.br
