Na madrugada deste sábado, equipes iniciaram a remoção do nome de Donald Trump da fachada do Kennedy Center, em Washington D.C. A ação ocorre após o centro de artes cênicas não cumprir o prazo judicial estabelecido por um juiz federal para a retirada do nome do ex-presidente.
Decisão judicial e atrasos na remoção
O juiz distrital Casey Cooper havia determinado que o nome fosse removido até as 23h59 de sexta-feira. No entanto, tempestades na região causaram atrasos, e a equipe do Kennedy Center solicitou mais tempo para cumprir a ordem. As obras começaram na sexta-feira, com a montagem de andaimes e a cobertura da fachada com lonas.
Reações e protestos
Durante a remoção, manifestantes se reuniram no local, expressando apoio à retirada do nome de Trump. A deputada democrata Joyce Beatty, que lidera a contestação judicial, esteve presente e afirmou que continuará lutando pela justiça e pela família Kennedy.
Contexto legal e financeiro
O tribunal de apelações manteve a decisão de remover o nome, rejeitando a tentativa do Kennedy Center de suspender a ordem. Advogados argumentaram que a remoção poderia afetar doações privadas, já que recursos teriam que ser devolvidos caso o nome fosse retirado dos registros.
Impacto nas doações e no financiamento
O Kennedy Center enfrenta a possibilidade de perder centenas de milhões de dólares em doações privadas. A instituição criou o “Trump Kennedy Center Fund” para captar recursos adicionais, mas ainda não está claro se Trump contribuirá pessoalmente.
Próximos passos na disputa judicial
Enquanto a disputa judicial continua, o Kennedy Center deve cumprir a determinação de remover o nome de Trump. Novos argumentos serão apresentados ao tribunal de apelações, que decidirá sobre a suspensão da decisão de primeira instância.
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Fonte: cnnbrasil.com.br
