Ministro da Justiça Enfatiza Necessidade de Aprovação do Projeto de Lei Antifacção

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Portal Pai D'Égua

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington Lima e Silva, manifestou a importância da aprovação do Projeto de Lei Antifacção em uma declaração feita nesta quarta-feira, dia 25. Ele destacou que este projeto é um reflexo do compromisso do governo brasileiro no combate ao crime organizado, uma questão que exige atenção e ação contundente.

PL Antifacção: Uma Prioridade para o Governo

Wellington Lima e Silva afirmou que o Projeto de Lei Antifacção vai além de uma simples proposta legislativa, configurando-se como uma ação de Estado. O ministro ressaltou que as ferramentas previstas na legislação são fundamentais para enfrentar o crime organizado em diversas regiões do país, onde esse fenômeno se faz presente.

Descontentamento com a Aprovação na Câmara

A proposta, que recebeu aprovação da Câmara dos Deputados na terça-feira, 24, não atendeu completamente as expectativas do Ministério da Justiça. O relator na Câmara optou por rejeitar as modificações sugeridas pelo Senado, o que levou o governo a considerar alterações no texto original para tentar incluir algumas das reivindicações dos senadores.

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Questões sobre Financiamento da Segurança Pública

Durante sua fala, o ministro destacou a falta de consulta do governo sobre a retirada da taxação de sites de apostas, um ponto que poderia contribuir para incrementar o financiamento das iniciativas de segurança pública. Ele enfatizou a urgência de explorar novas fontes de receita que possam suprir as crescentes necessidades da área.

Expectativas para o Futuro da Legislação

Wellington Lima e Silva expressou a esperança de que o Parlamento reconheça a importância das apostas como uma potencial fonte de recursos e busque alternativas viáveis para atender às demandas de segurança. Apesar das dificuldades atuais, ele acredita que o diálogo e a cooperação são essenciais para o avanço dessas questões.

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Próximos Passos e Possíveis Vetos

A decisão sobre possíveis vetos à legislação aprovada agora cabe ao presidente Lula, que terá um prazo de até 15 dias úteis após receber o texto. Caso o presidente decida vetar partes da lei, o Congresso Nacional terá a autoridade para reverter essa decisão. O ministro da Justiça ainda não se posicionou sobre quais trechos da lei poderiam ser alvo de veto.

Fonte: https://portalpaidegua.com.br