Um episódio inusitado e constrangedor marcou os bastidores da defesa nacional: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria ordenado o preparo de um porta-aviões que já não faz parte da frota brasileira. A situação expôs um contraste entre discurso político e realidade militar, gerando críticas internas e debates sobre a credibilidade do governo em temas de segurança nacional.
🔎 O que aconteceu
- Lula deu ordem direta para mobilizar um porta-aviões.
- Assessores e oficiais da Marinha lembraram que o último porta-aviões brasileiro, o São Paulo, foi desativado em 2017 por problemas técnicos e falta de verba.
- Desde então, o Brasil opera apenas com fragatas, submarinos e navios de apoio, sem capacidade de lançar caças como em grandes potências.
✅ Repercussão e críticas
- O episódio gerou constrangimento dentro da Marinha, com oficiais apontando improviso e desconhecimento sobre a realidade da frota.
- Especialistas alertam que voltar a ter um porta-aviões exigiria bilhões de reais e anos de planejamento, algo distante da atual realidade orçamentária.
- O caso reforça o contraste entre promessas grandiosas e as limitações práticas das Forças Armadas.
🌍 Contexto histórico
- O Brasil já operou porta-aviões, mas enfrentou dificuldades técnicas e financeiras para mantê-los.
- O Navio-Aeródromo São Paulo, adquirido da França, foi desativado após décadas de problemas estruturais.
- Atualmente, a Marinha foca em projetos de modernização de fragatas e submarinos, considerados mais viáveis para o orçamento nacional.
Fonte:choronoticias








