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Justiça decreta nova prisão preventiva para filha de bicheiro no Rio

Justiça decreta nova prisão preventiva para filha de bicheiro no Rio

A Justiça do Rio de Janeiro determinou uma nova prisão preventiva para Monalliza Neves Escafura, filha do falecido contraventor José Caruzzo Escafura, conhecido como Piruinha. A decisão foi cumprida na Penitenciária de Gericinó, onde Monalliza já estava detida desde maio deste ano.

Denúncia do Ministério Público

A nova ordem judicial foi emitida pela 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, após denúncia do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). Monalliza e outras 12 pessoas foram acusadas de lavagem de dinheiro, ocultando recursos provenientes do jogo do bicho, atividade que era controlada por Piruinha até sua morte.

Operação e Prisão Anterior

Monalliza foi presa inicialmente em maio durante uma operação do MPRJ. Na época, as investigações apontaram que ela teria assumido o controle das operações ilegais de jogos de azar, incluindo máquinas caça-níqueis, após o falecimento de seu pai.

Esquema de Lavagem de Dinheiro

De acordo com a denúncia, Monalliza movimentava grandes somas de dinheiro com o auxílio de outras 12 pessoas, incluindo Rosilene Leonardo, ex-companheira de Piruinha. O dinheiro teria sido utilizado para comprar imóveis, veículos e artigos de luxo, além de ser transferido para contas de familiares e da empresa Liza Produções, de propriedade de Monalliza.

Medidas Cautelares e Bloqueio de Bens

A Justiça também impôs medidas cautelares aos demais denunciados, como comparecimento periódico em juízo e proibição de contato entre os envolvidos. Além disso, foi determinado o bloqueio de mais de R$ 41 milhões em bens e valores dos acusados e das empresas Liza Produções e Castelo Colorido Recreação e Lazer. Caso os recursos não sejam suficientes, o sequestro de 42 imóveis do inventário de Piruinha também foi autorizado.

Para mais informações sobre o caso, acesse a CNN Brasil.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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