O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do ministro André Mendonça, determinou que o senador Flávio Bolsonaro (PL) interrompa o impulsionamento de um vídeo crítico ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão foi tomada após solicitação da Coligação Brasil Pronto Pra Mais.
Detalhes da publicação e justificativa da decisão
O vídeo em questão, divulgado em 11 de outubro, trazia uma mensagem acusando Lula de ter “abandonado o Brasil” e prometendo resgatar o país. O conteúdo foi impulsionado nas redes sociais, prática que o TSE considera irregular quando usada para disseminar mensagens negativas contra adversários políticos.
Implicações do impulsionamento pago
O impulsionamento pago aumenta o alcance da mensagem além do público orgânico, o que é proibido pela Justiça Eleitoral em contextos de propaganda negativa. A decisão do TSE exige que o impulsionamento seja interrompido em até três horas, estendendo-se também à Meta, responsável pelo Instagram e Facebook.
Continuidade do conteúdo de forma orgânica
Apesar da proibição do impulsionamento, o ministro Mendonça permitiu que o vídeo permaneça disponível de forma orgânica, ou seja, sem pagamento para aumentar sua circulação. Essa decisão busca equilibrar a liberdade de expressão com as regras eleitorais.
Histórico de infrações na campanha
Esta não é a primeira vez que a campanha de Flávio Bolsonaro enfrenta sanções por impulsionamento irregular. No primeiro turno, uma peça idêntica já havia sido alvo de penalização, resultando em uma multa de R$ 5.000,00.
Para mais informações sobre as regras de propaganda eleitoral, acesse o site do TSE.
Fonte: jc.uol.com.br
