Textos excessivamente organizados, com linguagem neutra e gramática impecável podem ser sinais de interferência de IA. Embora essas características possam melhorar a clareza, também podem abrir brechas para ciberataques.
Wellington Santos, Diretor de Tecnologia da CLM, destaca que não há um método infalível para identificar textos gerados por IA. Mesmo ferramentas especializadas podem falhar, apresentando falsos positivos.
O uso de IA na redação de e-mails pode facilitar fraudes e roubo de dados. A análise deve ir além da aparência e focar na validação de identidade e intenção do remetente.
Ferramentas de cibersegurança são essenciais para detectar possíveis fraudes em textos de IA, mas a responsabilidade final recai sobre o remetente do e-mail.
A IA pode ser uma aliada na organização e revisão de textos. Para garantir que a linguagem seja natural, é importante detalhar bem o pedido e tratar a IA como um interlocutor humano.
Segundo Santos, a IA produz textos mais naturais quando conhece o destinatário e o contexto. Usar informações específicas e revisar manualmente o resultado são práticas recomendadas.
Em última análise, a responsabilidade sobre a mensagem é sempre do remetente, que deve garantir a autenticidade e segurança do conteúdo.
Para mais informações sobre segurança cibernética, visite CNN Brasil.
Fonte: cnnbrasil.com.br
