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Fiscalização reforça transparência em preços de serviços de delivery

Fiscalização reforça transparência em preços de serviços de delivery

A partir do término do prazo de 30 dias para adequação às novas regras de transparência de preços, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, iniciou a fiscalização de plataformas digitais de transporte individual e delivery. A Portaria nº 61/2026 exige que aplicativos detalhem claramente como o valor pago em cada serviço é distribuído.

Detalhamento da composição de preços

As plataformas devem especificar a composição do preço, indicando quanto é destinado ao aplicativo, ao motorista ou entregador e ao estabelecimento comercial. Esta medida busca aumentar a transparência e permitir que consumidores façam escolhas mais informadas.

Diálogo com trabalhadores e governo

Segundo a Senacon, a norma foi desenvolvida após conversas com representantes dos trabalhadores por aplicativos e o Governo do Brasil, no âmbito do Grupo Técnico de Trabalho Interministerial dos Entregadores por Aplicativos. Anunciada em março, a medida visa melhorar as condições de trabalho de entregadores e motoristas.

Fiscalização e cumprimento das regras

A Senacon agora verifica o cumprimento efetivo das regras, garantindo que as mudanças não sejam apenas ajustes formais, mas que resultem em informações claras ao consumidor. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) já recebeu relatos de usuários sobre alterações nas plataformas, indicando um movimento inicial de adequação.

Sanções por descumprimento

O não cumprimento das normas pode ser considerado uma infração às regras de defesa do consumidor, sujeitando as empresas a sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, como multas e suspensão temporária das atividades. As plataformas devem exibir um quadro-resumo com a composição do valor cobrado, de forma clara e visível.

Procedimentos para reclamações

Consumidores que não encontrarem as informações exigidas podem registrar reclamações na plataforma consumidor.gov.br e nos Procons locais. Essas manifestações ajudam a subsidiar as ações fiscalizatórias da Senacon.

Para mais informações, consulte a fonte original.

Fonte: carlosbritto.com

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