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EUA emitem alerta sobre aumento de doenças em Cuba devido a bloqueio

EUA emitem alerta sobre aumento de doenças em Cuba devido a bloqueio

A embaixada dos Estados Unidos em Havana emitiu um alerta de saúde para Cuba, advertindo sobre o aumento de doenças intestinais e casos de diarreia. A deterioração do abastecimento de água e eletricidade é apontada como a principal causa, em meio às sanções impostas pela administração de Donald Trump, que incluem a retenção de remessas de combustível essenciais para a geração de energia na ilha.

Aumento de doenças e infraestrutura em colapso

O alerta destaca um aumento significativo de doenças diarreicas em Cuba, atribuído à contínua deterioração da infraestrutura de água e energia. Esta situação afeta diretamente o abastecimento de água, o armazenamento de alimentos e o controle de temperatura, agravando as condições de saúde pública na ilha.

Impacto das sanções e bloqueio de combustível

As sanções impostas pelos EUA, que incluem um bloqueio ao fornecimento de combustível, têm contribuído para frequentes cortes de energia. Isso dificulta a refrigeração e as medidas de higiene, essenciais para prevenir surtos de doenças. Especialistas da ONU classificaram o bloqueio como uma violação do direito internacional, alertando para o risco crescente de crises sanitárias em Cuba.

Condições de vida e saúde em risco

Moradores de várias partes de Cuba relatam doenças que causam diarreia, febre e dores no corpo, muitas vezes deixando pessoas acamadas. A falta de eletricidade torna impossível o uso de ar-condicionado ou ventiladores, e a conservação de alimentos sem refrigeração se torna um desafio diário, especialmente durante o verão caribenho.

Recomendações para viajantes e moradores

O alerta dos EUA recomenda cautela com alimentos perecíveis que possam ter sido armazenados inadequadamente e sugere evitar o consumo de alimentos que tenham permanecido em temperatura ambiente por longos períodos. A orientação visa prevenir a disseminação de doenças em meio a um cenário de infraestrutura precária.

Para mais informações, acesse a reportagem completa na CNN Brasil.

Fonte: cnnbrasil.com.br

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