Estudos recentes da medicina moderna investigam a bioquímica dessas ervas, revelando que a natureza oferece ferramentas poderosas para a saúde mental. A médica Inácia Simões, especialista em Anestesiologia e Dor, explica que a tradição dos chás calmantes tem respaldo na ciência atual.
O estresse e a ansiedade estão frequentemente ligados à hiperatividade neuronal. Muitas ervas calmantes atuam modulando o sistema GABAérgico, o mesmo alvo de ansiolíticos convencionais, mas com menos efeitos adversos.
Essas plantas também influenciam vias monoaminérgicas e serotoninérgicas, regulam o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal e têm efeitos anti-inflamatórios importantes.
Entre as ervas com ação calmante destacam-se:
Embora consideradas seguras, é importante ter precaução. A valeriana pode causar cefaleia e efeitos gastrointestinais, enquanto o maracujá pode levar à sedação excessiva. A lavanda pode interagir com medicamentos sedativos.
A consolidação das ervas na medicina formal enfrenta desafios acadêmicos. Estudos maiores e mais robustos são necessários para recomendações definitivas. A eficácia pode variar conforme o paciente e o método de preparo.
Para mais informações sobre os benefícios das ervas calmantes, consulte fontes confiáveis como a CNN Brasil.
Fonte: cnnbrasil.com.br
