Nas eleições de 2026, cinco delegados da Polícia Civil de Pernambuco tentaram uma vaga na Assembleia Legislativa, mas não obtiveram sucesso devido ao baixo número de votos.
Natasha Dolci lidera entre os delegados, mas não se elege
A delegada Natasha Dolci (MDB) foi a mais votada entre os colegas, com 4.349 votos. Conhecida por suas denúncias de assédio na corporação e críticas à segurança pública estadual, Natasha decidiu se candidatar após enfrentar um pedido de demissão pela Secretaria de Defesa Social (SDS). Mesmo com uma significativa presença nas redes sociais, com mais de 105 mil seguidores, não conseguiu votos suficientes.
Outros delegados também ficam fora da Assembleia
O delegado Eronildes Meneses (União) obteve 2.377 votos. Com experiência na Delegacia de Combate aos Crimes Cibernéticos, ele compartilha dicas de segurança online para seus 77 mil seguidores no Instagram. Outros candidatos, como Victor Leite (Novo), Tereza Nogueira (Novo) e Alaumo Lima Delegado Amarelinho (Podemos), tiveram votações ainda menores.
Gleide Ângelo se destaca com reeleição
Em contraste, a delegada aposentada Gleide Ângelo (PP) foi reeleita com 63.687 votos. Em sua primeira eleição em 2018, ela havia conquistado 412.636 votos, demonstrando um forte apoio popular.
Desafios enfrentados pelos candidatos
Os delegados enfrentaram desafios significativos, incluindo processos administrativos e a necessidade de construir uma base eleitoral sólida em um cenário político competitivo. A experiência de Gleide Ângelo mostra que, apesar das dificuldades, é possível alcançar sucesso político com uma estratégia bem definida.
Para mais informações sobre o contexto político em Pernambuco, acesse este link.
Fonte: jc.uol.com.br
