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Mulher é condenada a 66 anos por envenenar crianças no Maranhão

Mulher é condenada a 66 anos por envenenar crianças no Maranhão

Em um caso que chocou o Maranhão, uma mulher foi condenada a 66 anos de prisão por envenenar duas crianças com um ovo de Páscoa. O julgamento, que ocorreu em Imperatriz, destacou a gravidade e o planejamento do crime que resultou na morte de um menino de sete anos e uma adolescente de 13.

envenenamento: cenário e impactos

Detalhes do Julgamento e Condenação

O júri popular condenou Jordélia Pereira Barbosa por duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio contra a mãe das vítimas. O crime ocorreu em abril de 2025, motivado por ciúmes do ex-marido, que estava em um relacionamento com a mãe das crianças. A condenação incluiu 25 anos para cada homicídio e 14 anos pela tentativa de homicídio.

Modus Operandi do Crime

Segundo a denúncia, Jordélia enviou um ovo de Páscoa envenenado para a casa de Miriam Lira Rocha, utilizando um mototaxista. A embalagem trazia uma mensagem de Páscoa, disfarçando a intenção mortal. A mãe das crianças sobreviveu após tratamento intensivo, mas os filhos não resistiram.

Motivação e Planejamento

A motivação do crime foi atribuída ao ciúme doentio que Jordélia sentia do ex-marido. A investigação revelou que ela viajou 380 km de Santa Inês a Imperatriz, usando disfarces e identidade falsa, e monitorou a rotina das vítimas antes de executar o plano.

Decisão Judicial e Consequências

O juiz Fábio da Costa Vilar destacou o planejamento meticuloso do crime e manteve a prisão preventiva da ré, negando-lhe o direito de recorrer em liberdade. Além da pena de prisão, Jordélia foi condenada a pagar indenizações por danos morais à família das vítimas, totalizando quase R$ 810 mil.

Impacto e Repercussão

O caso teve grande repercussão local, destacando a brutalidade do crime e a dor irreparável causada à família. A decisão judicial foi vista como um passo importante para a justiça das vítimas e suas famílias.

Para mais informações sobre o caso, acesse a cobertura completa no Estadão.

Fonte: didigalvao.com.br

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