Executivos destacam a necessidade de cooperação bilateral para desbloquear o Estreito. Bjørn Højgaard, CEO da Anglo-Eastern, ressaltou que o desbloqueio depende da aceitação prática por ambas as partes envolvidas. “Anúncios são uma coisa — passagem segura e previsível é outra”, afirmou.
O presidente da Comissão Nacional de Segurança do Irã alertou que a operação pode ser vista como uma violação do cessar-fogo. Richard Hext, da Associação de Armadores de Hong Kong, enfatizou a importância de agir com cautela em meio a essas tensões.
O “Projeto Liberdade” tem como objetivo declarado restaurar a liberdade de navegação. Segundo Brad Cooper, do Comando Central dos EUA, o apoio à missão é crucial para a segurança regional. A operação envolve destróieres, aeronaves e milhares de militares.
Desde o início da guerra, muitos navios e marinheiros estão presos no Golfo, enfrentando escassez de suprimentos. A operação americana busca aliviar essa situação, que também afeta a economia global.
Os Estados Unidos responderam a ataques iranianos no Estreito de Ormuz, destruindo embarcações iranianas após lançamentos de mísseis e drones contra navios americanos e comerciais. A tensão continua a aumentar na área estratégica.
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Fonte: cnnbrasil.com.br
