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Pesquisa revela aumento significativo da percepção de violência no Brasil

Pesquisa revela aumento significativo da percepção de violência no Brasil

Uma pesquisa recente da Pax/Quaest, divulgada em 18 de setembro de 2026, aponta que 70% dos brasileiros acreditam que a violência “aumentou muito” nos últimos dois anos. Este levantamento reflete uma crescente preocupação com a segurança pública no país.

Detalhamento dos Dados da Pesquisa

Além dos 70% que percebem um aumento significativo, 9% dos entrevistados afirmaram que a violência “aumentou um pouco“. Outros 15% consideram que a situação “ficou igual“. Apenas 5% notaram alguma diminuição, sendo 4% que disseram que “diminuiu um pouco” e 1% que “diminuiu muito“. A pesquisa foi realizada com 2.004 brasileiros, entre 12 e 15 de setembro, e tem uma margem de erro de 2 pontos percentuais.

Diferenças de Percepção por Gênero

A percepção de aumento da violência é mais acentuada entre as mulheres, com 76% afirmando que a violência “aumentou muito“. Entre os homens, esse percentual é de 63%. Quando se trata de diminuição, 8% dos homens percebem uma queda, comparado a apenas 4% das mulheres.

Apoio ao Uso de Inteligência Artificial na Segurança

A pesquisa também investigou a aceitação de tecnologias de inteligência artificial no combate ao crime. Um total de 60% dos entrevistados se mostrou “totalmente favorável” ao uso de IA na segurança pública, enquanto apenas 5% são “totalmente contrários“. A aprovação para o uso de câmeras de IA para localizar pessoas desaparecidas é de 97%, e 96% aprovam seu uso para identificar veículos roubados e foragidos.

A Violência como Principal Problema do País

Para 28% dos entrevistados, a violência é o “principal problema do Brasil“. A corrupção e a economia são citadas por 22% e 19%, respectivamente. Outros problemas mencionados incluem saúde (15%), desemprego (5%) e educação (5%).

Esta pesquisa ressalta a preocupação crescente com a segurança pública no Brasil e a busca por soluções tecnológicas para mitigar o problema.

Fonte confiável para mais informações: Poder360.

Fonte: poder360.com.br

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