Amanda Gondim, superintendente de Tecnologia e Meio Ambiente da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), foi nomeada para assumir uma vaga na diretoria colegiada da agência reguladora. A decisão, publicada no Diário Oficial da União em 5 de novembro de 2026, foi assinada pelo diretor-geral da ANP, Artur Watt. Gondim iniciará suas funções na nova posição a partir de 10 de novembro de 2026.
Amanda Gondim assume como diretora substituta
Amanda Gondim ocupará o cargo de diretora substituta por um período de 180 dias ou até que um novo titular seja nomeado. Ela substitui Fernando Moura, cujo mandato termina em 9 de novembro de 2026. Na diretoria, Amanda se juntará a Artur Watt, Pietro Mendes, Symone Araújo e Julio Nishida, que assumiu recentemente após a saída de Daniel Maia.
Processo de nomeação e requisitos legais
A legislação vigente exige que as agências reguladoras elaborem uma lista tríplice de funcionários públicos qualificados para atuar como substitutos em caso de vacância nas diretorias. Esses profissionais geralmente ocupam cargos de superintendente, gerente-geral ou posições hierárquicas equivalentes.
A nomeação de diretores para a ANP é uma prerrogativa do presidente da República. Após a indicação, o candidato deve ser sabatinado pelo Senado e aprovado pela maioria dos senadores no plenário. Os mandatos dos diretores têm duração de quatro anos.
Trajetória acadêmica e profissional de Amanda Gondim
Amanda Gondim possui um extenso currículo acadêmico e profissional. Ela é mestre em Química Inorgânica pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), doutora em Química, Petróleo e Energias Renováveis, e pós-doutora em Desenvolvimento da Estabilidade Térmica e Oxidativa de Biodiesel pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Antes de sua atuação na ANP, foi professora na UFRN por 11 anos, com foco em biocombustíveis.
Impacto das nomeações nas agências reguladoras
Um levantamento do Poder360 indicou que o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva poderá ter indicado todos os titulares das 59 cadeiras de direção das 12 agências reguladoras federais até o final de seu quarto mandato, em 2030. Este cenário reforça a influência do governo nas decisões estratégicas das agências reguladoras.
Para mais informações sobre a nomeação de Amanda Gondim, consulte a portaria completa.
Fonte: poder360.com.br
