Uma reportagem afirma que a líder do governo Raquel Lyra na Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputada Socorro Pimentel (União Brasil), teria recebido salários como médica efetiva da rede pública estadual entre julho de 2024 e março de 2025, mesmo afastada para exercer o mandato, o que teria gerado pagamentos considerados irregulares próximos de R$ 100 mil, com base em dados do Portal da Transparência.
Segundo a publicação, uma portaria teria formalizado o afastamento com opção remuneratória pelo mandato, o que impediria o recebimento da remuneração como servidora nesse período.
Em resposta, a deputada declarou que não houve acúmulo de funções e que o pagamento ocorreu por “erro operacional” da Secretaria de Administração, com ressarcimento integral ao erário assim que a inconsistência foi identificada.







