O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) provocou uma onda de críticas após afirmar que pretende modificar a Constituição para “redemocratizar o país” caso seja eleito presidente. A declaração foi feita na última terça-feira (6 de outubro de 2026), quando o congressista destacou que o novo Congresso Nacional tem uma composição “muito mais à direita”, o que facilitaria mudanças constitucionais em um eventual governo seu.
Reações de líderes da oposição
O presidente do PT, Edinho Silva, criticou a fala de Flávio Bolsonaro, acusando-o de tentar “acabar com a democracia”. Silva destacou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) busca promover mudanças necessárias através do diálogo e da participação social, citando a reforma do Poder Judiciário como exemplo.
Questionamentos sobre intenções futuras
O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) também se manifestou, questionando as possíveis consequências das mudanças propostas por Bolsonaro. Ele levantou preocupações sobre temas como o fim do voto feminino e a reforma administrativa.
Acusações de entreguismo
Maria do Rosário (PT-RS), deputada federal reeleita, acusou Flávio Bolsonaro e a direita de quererem substituir a Constituição brasileira por leis americanas. Para ela, isso representaria um entreguismo e não patriotismo, criticando a possível liberalização de armas e a perda de soberania nacional.
Outras manifestações políticas
Além dos líderes mencionados, outras figuras políticas como Ana Elisa Santos Silva (PT-MG), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Lindbergh Farias (PT-RJ) também expressaram suas preocupações e críticas em relação às declarações de Flávio Bolsonaro.
O debate sobre as intenções de mudança na Constituição promete continuar, com a oposição se mobilizando para contestar as propostas do senador.
Fonte: poder360.com.br
