Michelle Bolsonaro, candidata ao Senado pelo PL-DF, expressou sua insatisfação com a decisão que impede o uso de imagens de seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em sua campanha eleitoral. Em uma publicação no Instagram, Michelle afirmou: “Eu fui proibida de mostrar a imagem do meu marido na minha propaganda eleitoral”.
Decisão do TRE-DF e suas implicações
A manifestação de Michelle ocorreu após o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) determinar a suspensão de uma propaganda que utilizava imagens de Jair Bolsonaro. A decisão está alinhada com uma medida do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que proíbe o uso da imagem do ex-presidente para fins político-eleitorais.
Reação de Michelle nas redes sociais
Em um vídeo divulgado, Michelle aparece com uma foto de Jair Bolsonaro, cobrindo seu rosto e afirmando: “Como mulher, dói ser obrigada a esconder o rosto do meu marido. Mas uma sentença não mudará o que vivemos juntos nem o que ele fez pelo país.” Ela destacou que, apesar das tentativas de apagar sua história, isso jamais será possível.
Situação atual de Jair Bolsonaro
Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado. Embora tenha recebido prisão domiciliar humanitária devido a condições de saúde, suas visitas são restritas. Michelle afirma que ele está “preso, isolado e com a voz silenciada”, alegando perseguição injusta por ter enfrentado poderosos.
Contexto jurídico e político
A decisão de Moraes, datada de 17 de julho de 2026, suspende por 90 dias a divulgação de manifestos político-eleitorais envolvendo Bolsonaro, afetando o período eleitoral. Esta medida também impediu o senador Flávio Bolsonaro de visitar o pai, após a divulgação de uma carta política nas redes sociais. Além disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforçou a decisão ao proibir a campanha de Lucas Bove de usar a imagem de Bolsonaro em materiais de campanha.
O caso continua a gerar debates sobre os limites da propaganda eleitoral e o uso de imagens de figuras públicas em campanhas políticas.
Para mais informações, acesse o site do TSE.
Fonte: poder360.com.br
