O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) expressou críticas ao candidato do PSDB ao Senado em Minas Gerais, Aécio Neves, nesta quinta-feira, 17 de setembro de 2026. Lula rejeitou a ideia de uma “dobradinha” entre candidatos de esquerda e o tucano, destacando seu apoio às candidatas Marília Campos (PT) e Áurea Carolina (Psol).
Lula rejeita alianças com a direita
Durante um evento em Montes Claros, Minas Gerais, Lula enfatizou que não haverá alianças entre as candidatas da esquerda e Aécio Neves. Ele afirmou que não pretende “dar colher de chá para a extrema-direita”. O presidente relembrou a disputa eleitoral de 2014 entre Aécio e Dilma Rousseff, ressaltando a postura ofensiva do tucano durante a campanha.
Compromisso com o eleitorado feminino
Lula também fez um aceno ao eleitorado feminino, reafirmando seu compromisso contra o feminicídio e a violência doméstica. Ele destacou que “quem bater em mulher sabe que agora vai ser preso”, reforçando a importância do respeito às mulheres.
Minas Gerais como foco estratégico
Esta é a terceira visita de Lula a Minas Gerais durante a campanha pela reeleição. O estado é considerado crucial para garantir um quarto mandato. Durante a visita, Lula também conheceu o novo complexo industrial da Eurofarma em Montes Claros e anunciou a distribuição de canetas emagrecedoras pelo SUS, destacando a importância da responsabilidade na distribuição.
Desempenho nas pesquisas eleitorais
Minas Gerais é um estado pendular, e vencer lá é visto como um indicador de sucesso na eleição presidencial. No entanto, as intenções de voto para Lula entre os mineiros mostram uma leve piora em comparação com 2022. Pesquisas indicam um cenário de empate técnico entre Lula e o candidato do PL, Flávio Bolsonaro.
Agenda no Rio de Janeiro e São Paulo
Na sexta-feira, 18 de setembro, Lula participará de um evento no Complexo da Polícia Rodoviária Federal no Rio de Janeiro, onde apresentará ações contra o crime organizado. Mais tarde, estará em campanha em Guarulhos, São Paulo, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin e do candidato ao governo paulista Fernando Haddad.
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Fonte: poder360.com.br
