O exercício ocorre em terra, mar e ar, onde as tropas testam suas capacidades em ambientes árticos. O Arctic Shield é parte da operação mais ampla da OTAN chamada Arctic Sentry, ou Sentinela do Ártico.
Unidades de toda a aliança estão presentes, incluindo tropas de infantaria francesas, unidades de drones belgas e forças de operações especiais finlandesas. As Guardas Nacionais da Dinamarca, Suécia e Noruega, assim como especialistas canadenses, também participam.
A região do Ártico é estratégica tanto geopoliticamente quanto economicamente. A OTAN e a Rússia têm expandido suas presenças militares, com mais de 60 bases e inúmeras instalações de defesa. A Rússia possui mais de 20 instalações, enquanto EUA e Canadá têm ao menos nove bases cada.
O derretimento das calotas polares devido às mudanças climáticas abriu novas rotas marítimas e acesso a recursos naturais, aumentando o interesse militar na área. Isso reflete a crescente militarização e disputas geopolíticas na região.
O ministro das Relações Exteriores da Groenlândia afirmou que as negociações com os Estados Unidos sobre o futuro da ilha continuam, apesar das tensões provocadas por declarações anteriores dos EUA sobre a aquisição da Groenlândia.
Fonte: cnnbrasil.com.br
