PUBLICIDADE

Trump critica desequilíbrio cambial com o Canadá em meio a tensões comerciais

Trump critica desequilíbrio cambial com o Canadá em meio a tensões comerciais
O presidente dos EUA, Donald Trump, se reúne com o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington (EUA).

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou o Truth Social para manifestar sua insatisfação com o que chamou de “desequilíbrio” do dólar canadense em relação ao dólar americano, classificando a situação como “inaceitável”. Esta declaração ocorre em um momento de intensificação das tensões comerciais entre Washington e Ottawa.

Escalada de tensões comerciais

Nos últimos dias, Trump tem adotado um tom mais rígido em relação ao Canadá, defendendo a aplicação de tarifas para incentivar a volta de empregos e investimentos industriais aos Estados Unidos. Ele acusou o Canadá de ter retirado uma parte significativa da indústria automotiva americana e sugeriu que os EUA deveriam reduzir sua dependência comercial do país vizinho, destacando os recursos naturais domésticos como petróleo e gás.

Posição do Canadá

Em resposta, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, afirmou que um acordo com os EUA ainda é possível, mas ressaltou que qualquer entendimento deve preservar a competitividade das indústrias automotiva e siderúrgica do Canadá. Carney expressou disposição para negociar assim que os americanos estiverem prontos.

Impacto no comércio bilateral

A disputa ocorre em um contexto de declínio no fluxo comercial entre os dois países. Dados recentes da Statistics Canada indicam que o superávit comercial canadense diminuiu em julho, com uma queda de 6,6% nas exportações para os EUA, a maior desde abril do ano passado. Em contrapartida, as exportações canadenses para outros destinos atingiram um recorde, refletindo os esforços do governo para diversificar seus mercados.

O cenário atual destaca a complexidade das relações comerciais entre os dois países, com implicações significativas para a economia de ambos. A continuidade das negociações será crucial para determinar o futuro do comércio bilateral.

Fonte: jc.uol.com.br

Leia mais

Últimas

PUBLICIDADE