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Governo de São Paulo refuta acusações de irregularidades no caso Credcesta

Governo de São Paulo refuta acusações de irregularidades no caso Credcesta

O Governo de São Paulo negou qualquer irregularidade ou favorecimento no credenciamento da PKL One Participações, responsável pelo cartão Credcesta, para operar crédito consignado no Estado. A resposta veio após declarações de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, em uma proposta de delação premiada rejeitada.

Acusações de Vorcaro e a resposta do governo

Vorcaro alegou que doações feitas às campanhas do governador Tarcísio de Freitas e do ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022 seriam parte de um acordo com Gilberto Kassab, presidente do PSD, para garantir a continuidade do Credcesta no governo paulista. O governo negou essas alegações, afirmando que o credenciamento da PKL ocorreu em maio de 2022, antes da gestão Tarcísio.

Procedimento de credenciamento e regulamentação

O governo afirmou que o credenciamento da PKL foi um procedimento regulamentado, baseado em critérios objetivos e sem repasse de recursos públicos. O Decreto nº 69.126 de 2024, que ampliou as instituições habilitadas a operar crédito consignado, não teria relação com a PKL.

Participação de mercado e medidas após liquidação

A PKL detinha 3,4% do mercado de consignado paulista, enquanto o Banco do Brasil liderava com mais de 50%. Após a liquidação da PKL pelo Banco Central, novos contratos foram suspensos, mas os existentes continuam válidos por orientação da Procuradoria Geral do Estado.

Nota oficial do governo

Em nota, o governo repudiou as insinuações de irregularidade, destacando que o credenciamento da PKL ocorreu na gestão anterior e que a atual administração não concedeu qualquer tratamento diferenciado à empresa. O governo reforçou seu compromisso com a legalidade e a moralidade administrativa.

Para mais informações, acesse a cobertura completa no Poder360.

Fonte: poder360.com.br

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