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Ex-participante de reality processa produção após acidente grave

Ex-participante de reality processa produção após acidente grave

Um ex-participante da 13ª temporada de “Survivor Grécia” está processando os produtores do programa após um acidente trágico durante as gravações que resultou na amputação de sua perna esquerda. Stavros Floros, que participou do reality, busca uma indenização superior a US$ 100 milhões, alegando negligência grave por parte da produção.

Acidente durante atividade de pesca submarina

O incidente ocorreu em maio deste ano, quando Stavros participava de uma atividade de pesca submarina. Durante a tarefa, ele foi atingido pela hélice de um barco turístico, o que levou à perda de sua perna acima do joelho. O local das gravações era conhecido pelo intenso tráfego de embarcações, mas, segundo Stavros, a produção não ofereceu suporte adequado ou sinalização para alertar os barcos sobre a presença dos participantes.

Falta de medidas de segurança

Stavros afirma que a falta de medidas de segurança contribuiu diretamente para o acidente. Ele destacou que já haviam ocorrido situações de risco no local, incluindo uma morte anterior. A ausência de barcos de apoio e áreas protegidas foi apontada como um fator crítico na ação judicial.

Resgate e recuperação

Após o acidente, Stavros foi levado a um hospital em Miami, onde passou 61 dias internado e foi submetido a várias cirurgias. Ele relatou que o atendimento imediato, incluindo um torniquete aplicado por um estranho, foi essencial para sua sobrevivência. Nas redes sociais, Stavros compartilhou sua nova rotina com o auxílio de uma cadeira de rodas.

Acusações contra a produção do reality

Na ação judicial, o ex-participante critica o formato do programa, que dependia de atividades em águas abertas, mesmo com o movimento constante de barcos turísticos. Ele sustenta que a equipe deveria ter adotado medidas de proteção para os participantes durante as gravações.

O caso levanta questões sobre a segurança em reality shows e a responsabilidade das produções em garantir o bem-estar dos participantes. A decisão judicial poderá ter implicações significativas para o futuro de programas do gênero.

Fonte: hugogloss.uol.com.br

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