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Candidata centenária disputa vaga ao Senado por Santa Catarina

Candidata centenária disputa vaga ao Senado por Santa Catarina

A candidata ao Senado por Santa Catarina, Marlene Soccas, da Unidade Popular (UP), destaca-se nas eleições de 2026 por sua idade avançada. Com 92 anos, Marlene poderá completar 100 anos ao final de seu mandato, caso eleita. Ela é a mulher mais velha a participar da disputa eleitoral deste ano no Brasil.

Trajetória e contexto histórico

Marlene Soccas é dentista aposentada e nasceu em 25 de setembro de 1934. Durante sua vida, testemunhou eventos históricos significativos, como a ascensão de Adolf Hitler na Alemanha e a criação da Universidade de São Paulo (USP) no Brasil. Além disso, Marlene é descrita como uma sobrevivente da ditadura militar, tendo sido sequestrada e torturada por militares.

Perfil e proposta

Natural de Laguna, Marlene reside em Criciúma e não declarou patrimônio à Justiça Eleitoral. Seus suplentes são Adriana Rio, de 50 anos, e Professor Jacson, de 38 anos, ambos também da Unidade Popular. A candidatura de Marlene traz à tona discussões sobre a participação de idosos na política e a ausência de limite máximo de idade para cargos eletivos no Brasil.

Cenário eleitoral em Santa Catarina

De acordo com pesquisa da Quaest, Marlene Soccas possui 1% das intenções de voto. Os candidatos Esperidião Amin, Carlos Bolsonaro e Carol de Toni estão tecnicamente empatados na liderança. Este ano, Santa Catarina elegerá dois senadores, o que torna a disputa ainda mais acirrada.

Repercussão e expectativa

A candidatura de Marlene Soccas suscita debates sobre a representatividade e a diversidade etária no cenário político brasileiro. A Unidade Popular foi contatada para comentar sobre a candidatura, mas não respondeu até o momento da publicação. A expectativa é que a presença de Marlene na corrida eleitoral inspire discussões sobre o papel dos idosos na política.

Fonte: poder360.com.br

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