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Rede Record expõe esquema de difamação no governo de Pernambuco

Rede Record expõe esquema de difamação no governo de Pernambuco

Uma reportagem da Rede Record trouxe à tona uma polêmica envolvendo o governo de Pernambuco, liderado por Raquel Lyra. A matéria, exibida na última terça-feira, revelou a existência de uma suposta rede de páginas e perfis na internet operada com recursos públicos para atacar adversários políticos, especificamente o candidato a governador João Campos.

Denúncia de uso de recursos públicos

Segundo a reportagem, um servidor federal cedido ao governo de Pernambuco confessou operar essa rede de perfis. O objetivo seria “desidratar” João Campos, utilizando contratos de publicidade como forma de pagamento. A página Portal de Prefeitura, por exemplo, teria recebido mais de R$ 600 mil para participar dessa campanha.

Envolvimento de servidor público

Amisadai Andrade, servidor da Caixa Econômica Federal cedido ao governo estadual, foi identificado como um dos coordenadores dessa operação. Atuando na Secretaria de Turismo, ele teria admitido coordenar perfis que criticam Campos e publicam conteúdos difamatórios. Andrade é apontado como um dos responsáveis pelo Portal de Prefeitura, que, apesar de se apresentar como site noticioso, teria uma linha editorial voltada a enaltecer Raquel Lyra e atacar Campos.

Impacto político e reações

A revelação gerou grande repercussão no cenário político local. As denúncias levantam questões sobre a ética no uso de recursos públicos e a integridade das campanhas políticas. Adversários políticos e analistas têm debatido as implicações legais e morais do caso, enquanto o governo de Raquel Lyra ainda não se pronunciou oficialmente sobre as acusações.

Contexto e antecedentes

O uso de redes sociais e perfis falsos para influenciar a opinião pública não é novidade na política brasileira. No entanto, a utilização de recursos governamentais para tais fins intensifica o debate sobre a necessidade de maior transparência e controle sobre as ações governamentais.

Para mais informações sobre o caso, acesse a matéria completa no Araripina em Foco.

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