O candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), evitou comentar diretamente sobre a prestação de contas do filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro, durante evento na Fiesp, em São Paulo. Em vez disso, cobrou transparência financeira de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Esclarecimentos sobre “Dark Horse”
Flávio Bolsonaro afirmou que não houve “recuo” na prestação de contas do filme e que as informações estão disponíveis online. Ele havia prometido que a produtora Go UP Entertainment divulgaria os gastos em junho, mas isso não ocorreu. Apesar de sua declaração, o Supremo Tribunal Federal autorizou o compartilhamento de dados da produtora com a Polícia Federal, que investiga o uso de emendas parlamentares no financiamento do filme.
Cobranças a Lulinha
Flávio redirecionou suas críticas a Lulinha, questionando onde ele mora e quem financia suas despesas na Espanha. Lulinha é alvo de investigações por suspeitas de tráfico de influência. O senador questionou a origem dos recursos que sustentam o filho do presidente em Madri, onde ele vive em um bairro luxuoso.
Repercussão das investigações
O caso “Dark Horse” gerou repercussão após a revelação de que Flávio solicitou R$ 134 milhões para financiar o filme. Inicialmente, ele negou envolvimento, mas depois admitiu ter pedido recursos ao empresário Daniel Vorcaro. A transação envolveu transferências internacionais, levantando questionamentos sobre a movimentação de recursos entre Brasil e Estados Unidos.
Posição de Lula
Em entrevista, o presidente Lula afirmou que seu filho deve esclarecer as suspeitas e garantiu que não interferirá nas investigações. O caso de Lulinha continua a ser um ponto de tensão política, com desdobramentos que podem impactar o cenário eleitoral.
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Fonte: poder360.com.br
