Nas eleições de 2026, Pernambuco terá duas vagas em disputa para o Senado, com 11 candidatos concorrendo. A eleição é marcada por intensas negociações entre partidos e mudanças nas composições das chapas ao Governo do Estado. No dia 4 de outubro, os eleitores poderão escolher dois senadores, que terão mandatos de oito anos no Congresso Nacional.
Principais alianças e candidatos
Entre os candidatos, destacam-se Carlos Sant’Anna (Novo), Eduardo da Fonte (PP), Gorett Bitu (UP), Humberto Costa (PT), Mariano Macedo (PSTU), Marília Arraes (PDT), Mendonça Filho (PL), Pastor Gilvan Costa (Democrata), Paulo Rubem Santiago (Rede), Samuel Timóteo (UP) e Túlio Gadêlha (PSD).
A governadora Raquel Lyra (PSD) apoia Eduardo da Fonte e Túlio Gadêlha, após intensas negociações. A outra chapa majoritária é liderada por João Campos (PSB), que conta com Marília Arraes e Humberto Costa, este último buscando a reeleição.
Disputas internas e apoios
As negociações para a formação das chapas foram complexas. Miguel Coelho retirou sua pré-candidatura ao Senado e optou por concorrer à Câmara dos Deputados. Carlos Sant’Anna e Mendonça Filho apoiam a governadora, mesmo fora da chapa majoritária.
Do lado de João Campos, Silvio Costa Filho retirou sua candidatura ao Senado para ser vice-governador, enquanto Miguel Coelho migrou para o grupo de Raquel.
Pesquisas de intenção de voto
As pesquisas indicam Marília Arraes na liderança, com a segunda vaga ainda indefinida. Segundo a pesquisa Genial/Quaest de julho, Marília tinha 19% das intenções de voto, enquanto Humberto Costa tinha 12%. A pesquisa também revelou um alto índice de indecisos e votos nulos.
Funções e importância do Senado
O Senado representa os estados e o Distrito Federal, com três senadores por unidade. Entre suas funções estão a discussão e votação de leis, além da fiscalização e controle do Executivo. Os senadores de Pernambuco têm a responsabilidade de defender os interesses do estado em Brasília, incluindo a destinação de emendas parlamentares.
Fonte: jc.uol.com.br
