Uma família pernambucana está enfrentando uma situação crítica na fronteira entre a Argentina e o Chile, onde permanecem retidos há mais de dez dias devido a uma intensa nevasca. Nadja Alexandrino de Medeiros Gonçalves, de 49 anos, seu marido Emerson e a filha Sofia, de 11 anos, aguardam na fila de caminhões para cruzar a fronteira em meio a temperaturas extremas e dificuldades para obter suprimentos.
Tentativas de contato com autoridades
Emerson, que trabalha como caminhoneiro, está na Argentina desde 21 de julho, acompanhado pela esposa e filha. Diante da demora para sair da região, Nadja buscou auxílio de diversas autoridades. Ela enviou um e-mail ao presidente argentino e entrou em contato com representantes do governo brasileiro, mas ainda não obteve uma solução.
Apesar de orientada a procurar a polícia local, Nadja relata que o atendimento aos motoristas retidos é insuficiente, mesmo após incidentes como roubos na área.
Escassez de suprimentos e apoio
A família enfrenta dificuldades para acessar pontos de apoio onde são distribuídos alimentos e oferecidos serviços de saúde. “A assistência é praticamente inexistente”, afirma Nadja, destacando que os suprimentos estão se esgotando enquanto os custos para permanecer no local aumentam.
Apelo por assistência internacional
Com uma criança pequena entre os integrantes, Nadja faz um apelo às autoridades brasileiras, argentinas e chilenas para que tomem medidas que garantam a segurança e assistência às pessoas retidas na região. O pedido se estende a todos os motoristas e passageiros que enfrentam a mesma situação.
“Precisamos de ajuda e, principalmente, que alguém olhe por nós e pelas centenas de pessoas que estão vivendo a mesma situação”, conclui Nadja.
Para mais informações sobre a situação, consulte fontes confiáveis como o G1.
Fonte: jc.uol.com.br
