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Paciente com câncer teme interrupção de tratamento após rompimento de contrato

Paciente com câncer teme interrupção de tratamento após rompimento de contrato

Desde fevereiro, Gleice Porfírio, de 34 anos, enfrenta uma rotina de tratamentos intensivos contra o câncer de colo de útero. Ela divide seu tempo entre sessões de radioterapia no Hospital Regional de Taguatinga e quimioterapia na Oncoclínicas do Gama. No entanto, a continuidade de seu tratamento está ameaçada devido ao fim do contrato entre a Oncoclínicas e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), previsto para encerrar em 24 de julho.

Preocupação com a continuidade do tratamento

Gleice expressa sua preocupação com a possibilidade de interrupção do tratamento crucial para sua recuperação. “Quem está enfrentando um câncer sabe que cada sessão é fundamental. A interrupção ou o atraso da quimioterapia pode comprometer todo o tratamento e diminuir as chances de cura”, afirma. A paciente ainda não tem informações claras sobre onde continuará suas sessões, já que o contrato com a clínica está prestes a terminar.

Posicionamento da Secretaria de Saúde

A Secretaria de Saúde assegurou que os tratamentos não serão interrompidos. A pasta informou que, apesar da decisão da Oncoclínicas de não renovar o contrato, a empresa deve garantir a continuidade do tratamento dos pacientes já iniciados. Além disso, a SES-DF está preparando um novo edital para credenciar outras empresas para prestar serviços à rede pública.

Impacto no tratamento de Gleice

Apesar das garantias da secretaria, Gleice foi reinserida no processo de regulação, o que pode atrasar seu tratamento. Atualmente, ela está na posição 301 da lista de espera para consulta oncológica, o que aumenta sua apreensão. Desde o diagnóstico, Gleice tem se esforçado para acelerar todas as etapas do tratamento, inclusive realizando exames na rede particular.

Busca por soluções

Gleice e outros pacientes aguardam esclarecimentos e soluções rápidas para garantir a continuidade de seus tratamentos sem interrupções. A incerteza sobre a continuidade do atendimento coloca em risco não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional dos pacientes.

Para mais informações sobre a situação, acesse o site da Secretaria de Saúde.

Fonte: metropoles.com

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