Um laudo pericial da Polícia Civil de Minas Gerais revelou a presença do medicamento clonazepam no sangue de um casal de idosos encontrado morto a facadas em Belo Horizonte. A principal suspeita do crime, a diarista Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, está presa e aguarda audiência de custódia.
clonazepam: cenário e impactos
Detalhes da Investigação
As investigações indicam que Paola teria utilizado o medicamento para dopar as vítimas, facilitando o ataque. A suspeita foi presa em Itabira, onde estava escondida em um hotel, e não resistiu à prisão, afirmando arrependimento e alegando ter tido um “surto psicótico”.
Confissão e Motivações
Durante seu depoimento, Paola confessou o crime, alegando ter ouvido vozes que a instruíram a cometer os assassinatos. Ela também admitiu estar endividada devido a jogos de azar, o que a levou a contrair uma dívida de cerca de R$ 40 mil com agiotas.
Recuperação de Itens Roubados
A polícia conseguiu recuperar a maioria dos itens roubados da residência das vítimas, incluindo relógios que foram devolvidos pelo comprador. Até o momento, não há indícios de que o comprador tenha agido de má-fé.
Possível Motivo do Crime
A principal linha de investigação aponta para latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte. A polícia ainda investiga a possibilidade de outros envolvidos no crime.
Dinâmica do Crime
No dia do crime, Paola foi vista entrando e saindo do prédio das vítimas, carregando sacolas que não possuía ao chegar. A suspeita chegou a recolher seus pertences e os do filho, afirmando que viajaria, antes de desaparecer.
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Fonte: cnnbrasil.com.br
